Lapic - Laboratório de Pesquisa sobre a Infância, Imáginário e Comunicação ECA-USP

 

Deste Simpósio resultou a publicação do livro:

Elza Dias Pacheco (org).Televisão, Criança, Imaginário e Educação: dilemas e debates. Campinas, SP: Editora Papirus.

 

APRESENTAÇÃO

           O I Simpósio Brasileiro de Televisão, Criança e Imaginário, ocorrido no período de 16 a 20 de outubro , foi o primeiro evento publico, promovido e organizado pelo LAPIC- Laboratório de Pesquisas sobre Infância, Imaginário e Comunicação. Tal evento atendeu ao Artigo 1º do Capítulo I, do Regimento do LAPIC, Finalidade e Constituição.

         Para a organização do Simpósio, contou-se com o apoio do CNPq , da FAPESP, da ECA/USP e da FEUSP.

         Este evento reuniu professores, pesquisadores e profissionais da área de comunicação, com o intuito de discutir as produções televisivas infantis e a influência delas sobre o imaginário da criança.

         O roteiro proposto pretendeu não somente estabelecer debates entre estudiosos e profissionais interessados em analisar a TV, como também através das oficinas, demonstrou formas práticas de atuação.

         A organização ocorreu  paralelamente à realização da pesquisa Televisão, Criança e Imaginário: Contribuições para a Integração Escola- Universidade e Sociedade,  iniciada em 1994 e financiada pelo CNPq.

         O “logotipo” escolhido para os “banners” e as camisetas que, vestiram os organizadores e as quarenta crianças do coral da UNESP participantes da abertura oficial, foi uma criação de Má&Clau, bolsistas do LAPIC. A mensagem que se quis passar para o público presente foi a de que a criança não fica passiva e  obnubilada  diante da TV, durante as horas em que está diante do aparelho, mas, ao contrário, ela estabelece com esse meio uma relação lúdica através dos brinquedos, revistas, jogos e  outras atividades que levam-na, via imaginário, a realizar viagens fantásticas em mundos encantados, satisfazendo assim, desejos impossíveis de serem concretizados no seu mundo real.

         Houve significativa cobertura da mídia na divulgação deste evento, antes de sua realização, o que proporcionou um total de 327 participantes inscritos, antecipando a data prevista para o término das inscrições. Durante a realização do Simpósio, o Jornal da Tarde e a TV Cultura, concretizaram a cobertura.

          No momento da abertura, o evento fez referência especial aos 30 anos da ECA na presença de seus Diretores, do ilustre Senador Arthur da Távola e com a brilhante participação do Coral Infantil da UNESP.

         Os temas selecionados para discussão e a presença dos profissionais gabaritados às mesas e oficinas, fez com que o evento atingisse plena e satisfatoriamente seus objetivos.

 

OBJETIVOS

          O Simpósio objetivou, através de sua extensa programação - conferência Master, das quatro mesas redondas, 9 oficinas e exposição - , a discussão sobre TV, criança e imaginário e a apropriação pelas escolas do cotidiano televisivo que, sem dúvida, faz parte, do cotidiano infantil.

         As oficinas ofereceram aos professores  formas lúdicas de trabalhar, com ou sem TV, o conteúdo curricular. Aliás, os docentes de 1º e 2º grau elogiaram muito a inclusão dessa parte prática.

         Paralelamente ao Simpósio, no saguão e corredor do primeiro andar da ECA, durante todo o período realizou-se uma exposição com materiais diversos que fazem parte dos nossos relatórios da pesquisa: posters com falas de 3ªidade e de crianças, tendo como fundo os bairros utilizados. Foi exibido um vídeo com os desenhos, a expressão corporal, verbal e plástica das crianças, sujeitos também da pesquisa.

         Os objetivos do Simpósio foram:

1- Refletir sobre a participação da TV na construção da visão de mundo das crianças.

2- Situar históricamente . nestas 4 décadas - a trajetória da TV enquanto escola paralela.

3- Oportunizar o conhecimento e aprofundamento das produções televisivas como espaço de cultura e de marketing.

4- Criar um espaço concreto para a troca de experiências e vivências entre estudantes, educadores e ou pessoas ligadas a outras áreas e graus de ensino comprometidas com a transformação social.

         Tais objetivos não só foram atingidos na sua totalidade, como também ultrapassaram expectativas que geraram uma série de solicitações no sentido de manutenção e ampliação das discussões em torno da temática. As cartas já recebidas nos dizem que os participantes do evento refletiram sobre a atuação educativa e formativa da televisão, quando bem aproveitada, mas não descartando o problema do grande número de horas a que a criança está exposta, tomando consciência da necessidade do brincar com os pais, dentro e fora de casa, e de interceder junto a comunidade para que se comece a repensar as novas formas de lazer, já que a crescente urbanização transformou-as em grandes prédios,  onde os síndicos são como aquele  de que nos fala Ana Maria Machado, em A Praga do Unicórnio.

 

EIXO-TEMÁTICO DO SIMPÓSIO

A Relação Tevê- Criança

           O tema “TV e criança”, objeto de grandes controvérsias carentes de solução, tem exigido reflexão e pesquisa, motivo que gerou o estudo em andamento há dois anos  e o presente Simpósio

         Cientes de que as crianças, fascinadas, consomem muitas horas de televisão e mais ainda, que elas não assistem apenas aos programas considerados infantis, nos interessou verificar como a criança pensa a TV, como representa os eventos do cotidiano e os heróis e vilões que desfilam diariamente na “telinha mágica” e , sobretudo, como a escola tem reagido/tratado a linguagem e/ou os conteúdos veiculados pela TV através da apropriação dos mesmos.

          Por isso ela precisa ser estudada dialéticamente. Para tanto, partimos do pressuposto de que a TV ( queiram ou não os educadores, tenham ou não consciência desse fato) interfere no trabalho  que se desenvolve na escola. Daí precisamos compreender como, quando, em que nível e de que tipo é essa interferência.

         A proposta da pesquisa procurou atender a uma parte dessa tarefa. As preferências manifestas pelas crianças, por programas veiculados pelos diferentes canais de TV serão ponto de partida para análise de seu conteúdo e recepção. A identificação das representações do imaginário do aluno e do professor, quanto aos mitos e estereótipos relacionados à TV e sua programação, bem como a maneira pela qual elas se entrecruzam no espaço escolar nos parecem fundamentais para a  compreesão da influência exercida por este onipresente meio de comunicação.

         Tem como objetivo geral, portanto, fornecer subsídios alternativos para o intercâmbio cultural entre universidade, escola e sociedade, a partir de análise de conteúdo e de recepção dos diversos gêneros que integram a comunicação televisiva, veiculada no eixo Rio-São Paulo.

         A pesquisa foi estruturada a partir de vários eixos temáticos como:

·     O cotidiano paulistano desde as imigrações: tempo, espaço e cultura enquanto variáveis importantes na contextualização do estudo;

·     Histórias de vida que foram marco nos bairros estudados;

·     Os folguedos infantis que marcaram as décadas de 20 até meados de 40;

·     A década de 50: aceleração da urbanização e advento da televisão brasileira;

·     A televisão como escola paralela: reorientação das atividades livres e lúdicas das crianças;

·     Recepção e mediações dos produtos culturais a partir da TV: Leitura Crítica.

         Em síntese, as atividades de aprendizagem e acompanhamento durante o desenvolvimento da pesquisa dão-se através de:

·     Seminários, a partir dos sub-temas, procurando abranger as várias etapas da pesquisa, pois considerou-se que a aprendizagem dos bolsistas era indispensável, já que a produção só ocorre quando há pleno envolvimento e motivação. Por outro lado, sentimos que é grande a responsabilidade de preparar os bolsistas de Iniciação Científica, pois eles serão os futuros pesquisadores.

·     Reuniões - individuais, em sub-grupos e gerais- para as atividades propostas no Plano de Trabalho dos integrantes  da pesquisa como : orientação, planejamento, replanejamento e acompanhameto dos trabalhos dos bolsistas.

·     Treino de Assistência aos programas de TV para posterior decupagem e análise estrutural, visual, verbal e sonora para validação da técnica.

          Os procedimentos utilizados, até o momento, foram divididos em etapas:

1- Seleção e caracterização cultural das escolas a serem estudadas;

2- Seleção e caracterização cultural dos bairros nos quais se localizavam as escolas escolhidas para estudo;

3- Elaboração de instrumentos de coleta de dados a partir de sondagens teóricas e locais dos bairros e das escolas;

4-Contatos espontâneos com a clientela escolar e com o corpo docente a-fim- de estabelecer em rapport;

5-Levantamento das características do lúdico ( folguedos infantis), exibido pela clientela escolar durante as atividades livres de recreio;

6-Levantamento das características do lúdico (folguedos infantis), exibidos pelas crianças dos bairros, em que se localizavam as escolas, nos dias úteis e nos fins de semana;

7- Entrevistas não estruturadas ( histórico de vida), com pessoas de terceira idade, de ambos os sexos, a fim de conhecer-se as características do lúdico exibido em idade escolar, quando não havia, ainda, surgido a televisão no Brasil;

8- Aplicação de questionários a professores, pais e administradores regionais;

9-Entrevistas semi-estruturadas (já avaliadas), com os 800 ( oitocentos) escolares, para o levantamento dos programas de TV, assistidos a preferidos , para uma hierarquização;

10- Arrolamento e gravação dos programas preferidos;

11- Assistência aos programas preferidos ( pelos bolsistas), para treino de captação e uniformização da parte do conteúdo temático;

12- Elaboração de fichas catalográficas a partir de critérios estabelecidos pelos coordenadores e assessores da pesquisa;

13- Treino de decupagem de cada programa de TV, em duplas, em termos da parte visual, verbal e sonora, para avaliação da técnica ( bastante complexa e demorada).Isto exige, naturalmente, uma “ilha de edição”.

PROGRAMAÇÃO

         O I Simpósio Brasileiro de Televisão, Criança e Imaginário realizou-se durante os dias 16, 17 e 18 e 19 de outubro de 1996, no anfiteatro da  Faculdade de Educação e nas salas de aula da Escola de Comunicações e Artes da USP,  Campus da Cidade Universitária.

Programação

Dia 16/10/96

·     Entrega de material para os participantes;

·     Recepção aos convidados oficiais, que compuseram a mesa da abertura.

·     Recepção aos convidados especiais cujos nomes seguem:

 -Prof.Dr. Mauro Wilton de Souza -  Chefe do Departamento do CTR

 -ProfªDrª Elza Maria Ajzenberg -   Coordenadora do Centro Mário Schenberg

-Ana Maria Quadros -  Vereadora do Município de São Paulo

-ProfªDrª Nelly de Camargo -  Profªaposentada da ECA, em exercício na UNICAMP

-Profª Márcia Maria de Castro Barbosa -  Diretora da E.E.P.G. Brasílio Machado

-Profª Eni Aparecida Aliberti Galego -  Coordenadora da Escola Experimental Dr.Edmundo de Carvalho, como representante da Diretora Profª Elaine M. S. Tandel de Moura.

-Prof. Dr. Dalmo de Oliveira Souza e Silva - Prof. da Faculdade Metodista 

-Profª Sônia Asato -  Assistente de Direção da Escola de Aplicação da FEUSP

-ProfªDrª Marisa Freneh Fonterrada - Regente do Coral Infanto-Juvenil da UNESP

·     Abertura solene com apresentação musical composta por  um coral de crianças da UNESP.

·     Formação da Mesa Oficial com a presença das seguintes autoridades e/ou representantes:

-Senador da República Artur da Távola -   

-ProfªDrª Maria Aparecida Bicudo -  Pró Reitora de Graduação da UNESP

-ProfªDrª Tupã Gomes Correa - Vice Diretor ECA-USP

-Prof.Dr. Peñuela Canizal - Diretor ECA-USP

-Prof.Dr. Ismar de Oliveira Soares - Chefe do Departamento do CCA-ECA-USP

-Prof.Dr. Moacyr da Silva -  Vice Diretor da Faculdade de Odontologia da USP, como representante do

-Pró-Reitor de Cultura e Extensão da USP

-Prof.Dr. Hugo Aguirre Armelim

-Pró Reitor de Pesquisa da USP

-ProfªDrª Ana Maria Pessoa de Carvalho - Diretora da Faculdade de Educação da USP, como representante da Magnífica Vice-Reitora da USP Profª Miriam Trasilchik

-Prof.Dr. Carlos Alberto Barbosa Dantas -  Pró Reitor de Graduação da USP, como representante do Magnífico Reitor da  USP Prof. Dr. Flávio Fava de Moraes

·      Formação da mesa para conferência de abertura que contou com as seguintes     presenças:

 -Profª Dra. Elza Dias Pacheco- Coordenadora do Simpósio

-Prof Dr. Paulo Alberto M.M. de Barros ( Artur da Távola) - Senador da  República

·     Conferência Magna: Televisão, Criança e Imaginário, proferida pelo Prof. Dr. Paulo Alberto M.M. de Barros ( Artur da Távola).

·     Coquetel de Abertura a todos os participantes

Dia 17/10/96

1º Mesa Redonda

Tema: A participação da TV na construção da visão de mundo das crianças.

Coordenador: Profª DrªAlice Vieira- FEUSP

Expositores:   ProfªDrªAna Lúcia M de Rezende - UFSC

                      Prof Dr Pedrinho A. Guareschi - TVE/RJ

                      Profª Drª Márcia Leite- TVE/RJ

Dia 17/10/96

2ª Mesa Redonda

Tema: A programação infantil na história da TV brasileira e o terceiro milênio

Coordenador: Profª Drª Marisa Del Cioppo Elias - PUC/SP

 Expositores:  Prof Dr Gabriel Priolli - TV PUC/SP

                      Tatiana Belinky- Escritora

                      Profª Drª Rosa Maria Bueno Fischer -PUC/RS

Dia  17/10/96

Atividade Cultural

Apresentação do vídeo do filme “Era uma vez o Brasil...histórias de crianças” produzido por Helena Rosália de Oliveira Tassara. O filme receceu o prêmio “Estímulo”da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, na área de cinema para realização de um documentário de curta metragem, 16mm do referente projeto do mesmo nome .

Dia 18/10/96

3ª Mesa Redonda

Tema: As produções infantis no cotidiano da TV brasileira como amplos espaços de “marketing”: desenhos animados, novelas, seriados, “shows”de variedades.

Coodenador: Márcia Aparecida Giuzi Mareuse- psicóloga

Expositores:  Walter George Durst- TV Globo/Manchete/SBT

                      ProfªDrª Maria Thereza Fraga Rocco -FEUSP/Rádio Panamericana

                      Prof Dr  Gino Giacomini Filho- ECA/USP

                      Prof Dr Sérgio Caparelli- URGS

Dia 18/10/96

4ª Mesa Redonda

Tema: A construção da imagem da criança na TV

Coordenador: ProfªDrª Maria Aparecida Baccega- ECA/USP

Expositores:   Profª Angela de Faria Vieira- UERJ

Roseli Stier Azambuja- Diretora de Planejamento e Pesquisa do Depto de Pesquisa da Ogiloy & Mather

Beth Carmona- Diretora de Programação da TV Cultura

Dia 18/10/96

Atividade Cultural

Apresentação do vídeo coordenado por Elza Dias Pacheco, realizado por Helena Tassara, Claudemir Edson Viana e Newton Cannito, intitulado Morte dos  Mamonas Assassinas: Uma Representação social de crianças.

Dia 19/10/96

Oficinas e Exposições

Coordenação das Oficinas: Sandra Pasquali Pacheco- Psicóloga

Oficinas:

1- Da Matemática à Musica: um passeio numérico através dos sons.

     Prof. Oscar J. Abdounur- IME/USP

2- A educação do olhar e do ouvir: oficina de linguagem audiovisual

     Profª Drª Marília da S. Franco- ECA e TV Escola

3 - Arte e Ambiência da Paisagem na relação indivíduo-natureza no contexto  urbano         

     Profª Angela Pimenta

4- Usos da INTERNET na Educação

     Prof Dr José Manuel Moran Costas- ECA/USP

5-O “Castelo Ra-tim-bum”e reinvenções de telespectadores na escola

    Profª Drª Maria F. de Rezende e Fusari- FEUSP

6- Criança, adolescente, televisão e computador:  o que fazer professor?

     Prof Claudemir E. Viana

     Profª Márcia B. da Silva

7- Trabalhar o imaginário da criança: um desafio do professor.

     Profª Drª Vera Maria N. S. Placco

8- O brinquedo e as brincadeiras tradicionais: ainda uma linguagem atual?

     Profª. Dalva de Souza Franco

     Profª. Marineide de Oliveira Gomes

9- Jogos teatrais: possibilidades didáticas.

     Prof. Ronaldo Estevam

Dia 19/10/96

Exposição sobre TV, Criança e Imaginário Infantil

Coordenação: Helena Rosália de Oliveira Tassara- Cineasta

Bolsistas Responsáves: Claudemir Edson Viana, Rodrigo Garcez da Silva e Newton Cannito

Dia 19/10/96

Avaliação e encerramento do Simpósio no auditório Lupe Cotrim na ECA-USP

 

PÚBLICO

         A nossa organização, em termos de receber no máximo 258 participantes de acordo com os lugares existentes no Anfiteatro da FEUSP, superou em muito a nossa expectativa, já que tivemos muitas pessoas interessadas,conseguimos colocar 70 cadeiras extras para atender uma parcela maior, porém muitos ficaram de fora.

         A divulgação foi realizada em diversas fontes: O Estado de São Paulo, Folha da Tarde, Folha de São Paulo, Jornal da USP, CNT Jornal; via entrevistas nos programas de TV, tais como: Jornal Opinião Nacional, Jornal da Manchete, TV Cultura; via revistas como: Vejinha e Cláudia; via  Rádios: USP, Jovem Pan no Show da Manhã e outros. Outra grande parte da divulgação  deveu-se às visitas da equipe às mais diversas escolas particulares e pública, bibliotecas e diversas Faculdades da Grande São Paulo e da Capital.

          A demanda não foi maior pela espera dos professores da Rede Pública Estadual, cuja secretaria, infelizmente, só liberou o ponto no dia 17/10.

          O público foi bastante diversificado em termos de origem - Capital (75%), ABC (20%), interior de SP (2 %), outras regiões do Brasil (3%)- e de áreas de atuação:

-estudantes do Magistério de 2ºgrau (19,5%), estudantes do curso de Pedagogia,        

  Psicologia e Letras (6%), estudantes da área de Comunicação (9%);

-professores de 3ºgrau e especialistas de educação (47,5%);

- psicólogos (5%);

- profissionais da área da Comunicação (9%);

- outras áreas profissionais (4%).

         A frequência do público foi assídua em todas as atividades realizadas durante o Simpósio, o que veio a enriquecer e estimular os debates que ocorriam após as mesas-redondas e oficinas.

         As instituições representadas foram UNESP, UNICAMP, USP (FEUSP, Centro Mário Schemberg, ECA, CCA, CTR), PUC/SP, UERJ, UFSC, TV Cultura , diretores de Escolas da Rede Estadual de Ensino , TVE do Rio de Janeiro, PUC e URGS do Rio Grande do Sul, e diversas agências de Publicidade/Propaganda e Marketing.

 

APOIO

         O Simpósio foi promovido pelo LAPIC (Departamento de Comunicações e Artes/ECA/USP) contou com o apoio da diretoria da ECA e de suas secretarias, que nos forneceram material para as oficinas e a disponibilidade do telefone e fax.

          Na ECA- USP, colaboraram de diversas formas, vários departamentos : o CCA onde está centrado o LAPIC, o Departamento de Rádio e TV e o Departamento de Biblioteconomia, não podemos deixar de mencionar o trabalho gentil e responsável do diretor de serviços gerais.

         A FEUSP , através da escola de Aplicação, nos prestou grande auxílio cedendo, graciosamente, o anfiteatro incluindo o preparo do local por parte de seus funcionários.

         O CNPq forneceu verba para 7 passagens aéreas destinadas a professores expositores oriundos de outros Estados e para os Anais do Simpósio e, a FAPESP forneceu verba para Serviços de Terceiro no País.

AGRADECIMENTOS

         A todos aqueles que apoiaram o evento (vide apoio). Aos funcionários da diretoria e vice-diretoria- ao chefe de serviços gerais, ao chefe de recursos audiovisuais-  alguns funcionários do CTR pela grande presteza e solicitude. Aos  funcionários do CCA e a todos aqueles que trabalharam por trás dos bastidores, incluindo os bolsistas do CNPq cujo trabalho, foi apesar da estafa de muitas horas diárias, realizado com interesse, profissionalismo e grande dedicação a todos .

         Queremos agradecer também a colaboração das entidades abaixo, cujo auxílio foi importante para a realização do Simpósio:

-BANESPA

-Jornal Estado de São Paulo/Jornal da Tarde

-Editora Saraiva

-Editora Ática

-TV Cultura

-Jornal da USP

-Rádio USP

-Coral infanto-juvenil da UNESP

-Café do Ponto

         Deixei para o final o agradecimento para toda a equipe do LAPIC, bolsistas do CNPq cujo trabalho foi, apesar da estafa de muitas horas diárias, realizado com interesse, profissionalismo e grande dedicação.

            Um agradecimento especial para a Profa. Dra. Marisa Del Cioppo Elias, professora da PUC/SP e pesquisadora do CNPq e, para  Sandra Pasquale Pacheco e Márcia Aparecida Guizi Mareuse que nos assessoraram, orientando os bolsistas durante toda a organização do Simpósio. 

             A todos o meu reconhecimento e gratidão. Vocês foram o “carro-chefe” da equipe, levando o Simpósio à importância e sucesso que ele teve.

Profa. Dra. Elza Dias Pacheco

Coordenadora do Lapic